A riqueza do Egipto provinha do rio Nilo, dele dependia toda a economia.Inundava a maior parte das terras e quando recuava, as terras fertilizadas voltavam a ser semeadas.Os terrenos que não eram tocados pelas suas águas, eram secos e inférteis.
A chamada agricultura de regadio, que se desenvolveu graças a fertilidade do
vale, dada pela cheia do Rio Nilo e pela construção de canais, represas e diques
que drenavam as águas do rio, fertilizando a terra. Camponeses lavravam e semeavam os campos antes que o solo endurecesse.
A rainha Santa Isabel ficou conhecida pela sua bondade para com os mais necessitados, a quem distribuía alimentos.
A mulher de D. Dinis, a rainha Santa Isabel, tornou-se célebre pela sua imensa bondade. Ocupava o tempo a fazer bem a quantos a rodeavam, visitando e tratando doentes, distribuindo esmolas pelos pobres.
Ora, conta a lenda que o rei, já irritado por ela andar sempre misturada com mendigos, a proibiu de dar mais esmolas. Mas, certo dia, vendo-a sair furtivamente do palácio, foi atrás dela e perguntou o que levava escondido por baixo do manto.
Era pão. Mas ela, aflita por ter desobedecido ao rei, exclamou:
- São rosas, Senhor!
- Rosas, em Janeiro?- duvidou ele.
De olhos baixos, a rainha Santa Isabel abriu o regaço - e o pão tinha-se transformado em rosas, tão lindas como jamais se viu. Abordámos esta lenda no tema Alimentação na literatura, alguns já conheciam a lenda outros ouviram com muita atenção reconhecendo na rainha uma bondade extrema!
Foi um trabalho realizado no âmbito da unidade letiva Família Comunidade de Amor. As alunas abordaram o papel dos mais idosos na sociedade, o resultado foi excelente, destaca-se o empenho e organização do projeto. Parabéns mais uma vez meninas, continuem assim com essa energia e vontade de trabalhar!!! Adorámos!
Milho verde, milho verde
Milho verde maçaroca
À sombra do milho verde
Namorei uma cachopa
Milho verde, milho verde
Milho verde miudinho
À sombra do milho verde
Namorei um rapazinho
Milho verde, milho verde
Milho verde folha larga
À sombra do milho verde
Namorei uma casada
Mondadeiras do meu milho
Mondai o meu milho bem
Não olhais para o caminho
Que a merenda já lá vem
AMOR DE ÁGUA FRESCA - DINA
Quando eu vi olhos de ameixa e a boca de amora silvestre
Tanto mel, tanto sol, nessa tua madeixa, perfil sumarento e agreste
Foi a certeza que eras tu, o meu doce de uva
E nós sobre a mesa, o amor de morango e cajú
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca
Peguei, trinquei e meti-te na cesta, ris e dás-me a volta à cabeça
Vem cá tenho sede, quero o teu amor d'água fresca, ohoh...
Tens na pele travo a laranja e no beijo três gomos de riso
Tanto mel, tanto sol, fruta, sumo, água fresca, provei e perdi o juízo
Foi na manhã acesa em ti, abacate, abrunho
E a pêra francesa, romã, framboesa, kiwi