sexta-feira, 13 de julho de 2012
terça-feira, 10 de julho de 2012
Nestas férias mergulha na imaginação...
"Os meus
filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros. Sem livros, sem
leitura, os nossos filhos serão incapazes de escrever - inclusive a sua
própria história".( Bill Gates)
"
Há quem leve a vida inteira a ler sem nunca ter conseguido ir mais além
da leitura, ficam apegados à página, não percebem que as palavras são
apenas pedras postas a atravessar a corrente de um rio, estão ali é para
que possamos chegar à outra margem, a outra margem é o que importa"(José
Saramago)
A MENINA QUE ODIAVA LIVROS
A animação conta a história de Nina, uma menina que não gostava de ler, mas que, ao deparar-se com o rico universo da leitura, descobre uma nova realidade.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Nota Pastoral sobre Educação Moral e Religiosa Católica
Recordo aqui como ponto de partida para uma reflexão sobre a importância da Educação Moral e Religiosa Católica (EMRC) uma bela metáfora, muito querida ao Papa João Paulo II e por ele referida frequentemente: “quando nos encontramos diante da montanha e sentimos desejo de a subir, uns decidem-se a fazê-lo, vencendo dificuldades e superando obstáculos, metendo pés à escalada; outros desistem, vencidos diante do desafio da aventura, à espera de ver um dia diminuir a altura da montanha para que seja mais fácil a subida”.
A educação é tempo onde aprendemos a subir montanhas e lugar de onde partimos a escalar alturas. Educar não significa diminuir a altura nem evitar as dificuldades de escalar o alto das montanhas para de lá desvendar horizontes maiores. Educar implica ensinar e aprender a subir pelos próprios pés. As crianças e os jovens cristãos conhecem isso mesmo, por experiência própria, diariamente aprendida na Família, na Escola e na Igreja, e os que querem subir os degraus da vida e escalar as montanhas do futuro sabem quanto isso custa e quanto isso vale. O sabor das vitórias alcançadas vem sempre depois das dificuldades vencidas e dos obstáculos ultrapassados. A vida não cresce sem esforço. Os valores não se cultivam sem trabalho. O mérito não se conquista sem persistência.
Vem isto a propósito de muitas realidades da vida quotidiana das Famílias e das Escolas do nosso País e de diversas iniciativas pastorais de que a Igreja tem dado testemunho. Por aqui passam muitos dos caminhos da missão da Igreja e do futuro de Portugal.
É nesse contexto e com este mesmo sentido impresso na alma da Missão Jubilar, a viver pela nossa Diocese de Aveiro, que se inscreve esta minha palavra de apelo a pais e educadores para que dêem aos seus filhos, alunos das nossas Escolas, esta oportunidade de frequência das aulas de EMRC, uma disciplina curricular de oferta obrigatória por parte das Escolas e de escolha facultativa por parte de pais e alunos.
Na Escola e concretamente através desta disciplina, as crianças, adolescentes e jovens encontram, desde o início do Primeiro Ciclo até ao termo do Ensino Secundário, este necessário espaço e horizonte onde a vida se aprende e reflecte, onde o futuro se sonha e se antevê e onde estão presentes e actuantes, em permanência, os valores em que o futuro se alicerça, a Humanidade se sustenta e Deus se encontra.
O testemunho vivo, feliz e contagiante dos muitos milhares de alunos, que frequentam com visível sucesso e reconhecidos bons resultados as aulas de Educação Moral e Religiosa Católica em todas as Escolas do nosso País, é o melhor exemplo e o mais eficaz incentivo à matrícula de quantos agora iniciam o seu percurso educativo e à compreensão dos seus pais e encarregados de educação diante das várias opções a fazer frente ao futuro.
Os resultados alcançados em cada Escola pelos seus alunos, o empenhamento criativo e colaborante nos vários projectos da Escola por parte de alunos e professores, o gosto sentido e ano a ano renovado pelos pais e educadores destes alunos, a expressão bela e pública dos Inter-escolas de EMRC, que por todo o País reuniram dezenas de milhares de alunos, professores e pais e inscreveram no coração da vida de todos nós uma mensagem de alegria e de esperança, dizem-nos que por aqui passa, também, o futuro da educação em Portugal.
Sei que, em cada um dos alunos e professores de EMRC se acolhe, hoje, este desafio a um serviço competente, dedicado e criativo à educação plena e integral e à construção de um mundo mais feliz, justo e fraterno e se vive esta hora como hora de missão. E porque esta é a «hora da Missão Jubilar», na nossa Diocese de Aveiro, esta é também a «hora da EMRC», vivida nas nossas Escolas, pelos alunos, educadores e pais, como desafio e missão.
Aveiro, 24 de Junho de 2012
António Francisco dos Santos
Bispo de Aveiro
sexta-feira, 29 de junho de 2012
sábado, 16 de junho de 2012
Carta aos encarregados de Educação apelando à inscrição em EMRC
Caros Pais e Encarregados de Educação
Em
primeiro lugar quero saudá-los pelos vossos filhos e pela coragem em se
afirmarem como educadores, nos dias difíceis que correm.
Dirijo-me a vós, em mais uma época de matrículas, apresentando a disciplina que leciono.
EMRC
– Educação Moral e Religiosa Católica, uma disciplina de oferta
obrigatória, por parte de todas as escolas, e de frequência facultativa.
A
disciplina de Educação Moral, não é nem pretende ser, nem deve ser
catequese. É sim um espaço disciplinar, de direito próprio, que não
deverá depender de outras disciplinas e/ou atividades, onde se pretende
fazer uma aproximação cultural com base científica, à dimensão do
religioso e às suas propostas, sempre atuais, propondo aos alunos mais
uma perspetiva de análise da nossa existência, da nossa sociedade, da
nossa cultura e da nossa religiosidade. É também um espaço de reflexão
acerca dos valores sociais, éticos e morais, com o intuito de
enriquecer, o mais possível, a formação integral do ser humano.
A
partir do próximo ano letivo, todos vós tereis à vossa disposição a
possibilidade de inscrever os vossos filhos na disciplina de Educação
Moral. Basta para isso, dizer, no ato da matrícula dos vossos filhos,
que querem que eles frequentem a disciplina de Educação Moral e
Religiosa Católica.
Tal
como vós, primeiros e mais responsáveis educadores, também nós pensamos
que a sociedade exige cada vez mais um conhecimento global. A dimensão
religiosa faz parte integrante da vida humana.
Grata
pelo tempo por vós dispensado a esta carta e colocando-me à vossa
inteira disposição, subscrevo-me com estima e consideração.
Professora Sandra Figueiredo
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